Meu filho só aceita poucos alimentos: quando buscar ajuda?

A lista de alimentos aceitos fica cada vez menor, e a família teme que qualquer mudança provoque uma recusa. Essa experiência merece atenção sem ser resumida a “manha”.
Observe mais que a quantidade
Anote quais alimentos são aceitos, quais passaram a ser recusados e como são as refeições. Conte se há desconforto, dificuldade com texturas ou impacto na rotina familiar. Esses registros ajudam a explicar a situação.
Reduza a disputa à mesa
Evite forçar a ingestão ou transformar a refeição em uma negociação permanente. Oferecer contato com alimentos pode incluir olhar, participar do preparo e conhecer diferentes apresentações, respeitando segurança e idade. Isso não garante aceitação imediata.
Procure uma avaliação individual
Uma alimentação muito restrita ou em piora merece conversa com o nutricionista e o pediatra. Dor, dificuldade para engolir ou perda de peso também precisam ser avaliadas. Suplementos e exclusões alimentares não devem ser escolhidos por conta própria.
O acompanhamento pode ajudar a compreender a rotina e planejar próximos passos. Não existe um alimento obrigatório capaz de resolver tudo. A meta é discutir um cuidado viável para a criança e a família, sem prometer que ela comerá de tudo em poucas sessões.
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